Número de mortes por H1N1 no Brasil chega a 679, diz Ministério


Em comparação a boletim anterior, há uma semana, foram 91 mortes a mais. Vacinação contra gripe já atingiu 91,7% do público-alvo.

Créditos: Reprodução / WEB
Neste ano, o número de mortes relacionadas ao vírus H1N1 no Brasil chegou a 679, de acordo com o último Boletim Epidemiológico de Influenza do Ministério da Saúde, Divulgado nesta terça-feira (31). Em uma semana, foram 91 novos óbitos pela doença. Em todo ano de 2015, foram 36 mortes por H1N1 no país.
Até 23 de maio, foram registrados 4.153 casos de influenza de todos os tipos no Brasil. Deste total, 3.518 foram por influenza A (H1N1) – 530 casos a mais que em comparação ao último boletim, divulgado há uma semana.
São Paulo foi o estado onde foram registrados a maior parte dos casos de morte por gripe A, com 45,6% dos casos (310/679). Rondônia, Acre, Roraima, Tocantins, Piauí e Sergipe não tiveram mortes registradas.
Número de mortes por estado:
São Paulo (310 mortes);
Rio Grande do Sul (70);
Goiás (39);
Paraná (42);
Rio de Janeiro (34);
Santa Catarina (28);
Bahia (18);
Espírito Santo (20);
Minas Gerais (20);
Pará (17);
Mato Grosso do Sul (19);
Pernambuco (12);
Distrito Federal (10);
Paraíba (9);
Ceará (8);
Rio Grande do Norte (6);
Mato Grosso (5);
Amapá (4);
Alagoas (5);
Maranhão (1);
Outro país (1);
Casos de H1N1
A região Sudeste concentra o maior número de casos (1.842) de influenza A H1N1, sendo 1.050 no estado de São Paulo. Veja a relação de casos por estado:
São Paulo (1.050 casos);
Rio Grande do Sul (456);
Paraná (381);
Goiás (231);
Pará (132);
Santa Catarina (117);
Rio de Janeiro (108);
Distrito Federal (96);
Mato Grosso do Sul (121);
Bahia (84);
Espírito Santo (77);
Minas Gerais (73);
Pernambuco (42);
Ceará (28);
Rio Grande do Norte (14);
Paraíba (18);
Alagoas (17);
Mato Grosso (8);
Amapá (6);
Rondônia (7);
Acre (2);
Sergipe (3);
Amazonas (2);
Roraima (1);
Maranhão (1);
Piauí (1).
Vacina
Mais de 45,7 milhões de pessoas já se vacinaram contra a gripe neste ano, segundo a pasta. O valor representa 91,7% do público-alvo, que é formado por 49,8 milhões de pessoas consideradas de maior risco para desenvolver complicações causadas pela doença.
G1
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