Quadrilha é presa suspeita de expulsar moradores de habitações populares da Capital


Segundo o delegado Allan Murilo Terruel, até às 11h20, seis pessoas tinham sido presas suspeitas de expulsar moradores das casas.
Divulgação/ Secom PB
Operação comandada pelo GOE
Uma operação conjunta entre a Polícia Civil e do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), denominada ‘Esbulho’ está sendo realizada desde o início da manhã desta quinta-feira (26), na comunidade Boa Esperança, no bairro Cristo Redentor, em João Pessoa. Até o meio dia, nove pessoas - entre menores e adultos - tinham sido detidas suspeitas de expulsar moradores das casas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal. Os detidos foram levados para a sede do GOE. Drogas, celulares e um revólver foram apreendidos.

Segundo o delegado titular do Grupo de Operações Especiais (GOE), da Polícia Civil, o objetivo da operação de desarticular uma organização criminosa que estava instalada na no condomínio Vale das Palmeiras, entregue a população carente beneficiada por um dos programas do Governo Federal.
“Os traficantes expulsavam os moradores de suas casas e logo, em seguida, eles revendiam para assim comprar drogas e fomentar o tráfico de drogas tanto na Boa Esperança como outros bairros de João Pessoa. Até o momento, seis já foram presos e vamos cumprir um mandado dentro do Presídio PB-1, que seria o coordenador da quadrilha”, adiantou Terruel.
De acordo com Sandro Gomes, diretor de Organização Comunitária e Participação Popular da Prefeitura de João Pessoa, desde maio de 2014, a Secretaria de Desenvolvimento Social da Capital, formalizou denúncia a Secretária de Segurança Pública do Estado e a Polícia Federal sobre possíveis invasões de habitações do PAC.
“Fizemos o levantamento dos casos e recebemos a formalização de 30 denúncias de casos de expulsões de moradias do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal. Quem tiver na mesma situação ou souber desse tipo de ação criminosa e desvio de função é só comunicar ao Disque Denúncia no 0800-282 7969”, ressaltou Sandro Gomes.
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