Tricolor põe Osvaldo e Ademilson no mercado e vai emprestar Luis Ricardo


Atacantes perderam espaço com Muricy Ramalho e, ao contrário do que ocorreu no meio do ano, serão negociados caso clube receba proposta. Lateral não agradou

A diretoria do São Paulo entrou de cabeça no planejamento de 2015. E uma coisa é certa: as mudanças no elenco serão bem menores do que as ocorridas em 2014, quando muita gente saiu e reforços pontuais foram contratados.Três peças não têm prestígio com o técnico Muricy Ramalho: o lateral-direito Luis Ricardo e os atacantes Osvaldo e Ademilson.
Curiosamente, o primeiro foi contratado no final de 2013 para ser a solução na posição. Custou R$ 3 milhões aos cofres tricolores, disputou apenas 17 partidas na temporada e fez um gol, contra o XV de Piracicaba, pelo Campeonato Paulista. O defensor só vem sendo relacionado para os jogos do São Paulo porque mudou a regra e Muricy pode levar até 11 jogadores para o banco. Aos 29 anos, o atleta será emprestado, já que tem contrato até o final de 2016.
Osvaldo não deve ficar, mas é uma situação completamente diferente. No meio do ano, o Al-Ahli procurou o Tricolor e oferece R$ 7,5 milhões. O São Paulo recusou e fez uma contraproposta de R$ 12 milhões, considerada alta pelos árabes. Como terminou o ano, desta vez o clube não fará o mesmo esforço. Os árabes mantém interesse e, se pintar nova oferta, o jogador será liberado - ele tem contrato até dezembro de 2015. O clube também estudar envolvê-lo em negociação.
Na mesma situação está Ademilson. Cria da base de Cotia, nunca repetiu no profissional o sucesso que mostrava por lá. No meio do ano, pouco antes do fechamento da janela de transferência para a Europa, o Cesena, da Itália, ofereceu R$ 12 milhões, quantia que foi recusada pelo presidente Carlos Miguel Aidar. A diretoria acredita que novas ofertas vão aparecer e o garoto de 20 anos, que tem vínculo até fevereiro de 2019, também deve ser negociado.
As situações de Osvaldo e Ademilson não mudam nada o pedido feito por Muricy Ramalho, que quer mais uma peça de velocidade que possa jogar pelas pontas. O goleiro e capitão Rogério Ceni tem a mesma opinião.
- Às vezes, necessitamos de opções para ter bom rendimento em vários jogos. Esses caras de ponta são muito exigidos em cada jogo. Com o passar das partidas, caem de rendimento fisicamente, o que é absolutamente normal. Precisamos ter mais alternativas do que já temos - disse o goleiro.
Globoesporte

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